Quando o Google Maps redireciona o fluxo orgânico de um ativo para outro concorrente com maior autoridade geoespacial acumulada — o primeiro ativo é apagado.
O cliente já decidiu comprar, visitar ou consumir no seu segmento. Mas o algoritmo decidiu para quem ele vai. Se o seu ativo não tiver autoridade geoespacial suficiente, o fluxo vai para o concorrente — silenciosamente.
Isso acontece com shopping centers, redes de varejo, hotéis, municípios turísticos e redes de ensino.
Em todos os segmentos. Todos os dias.
Ao pesquisar "Camboriú" no Google Maps, o algoritmo entregava Balneário Camboriú como resultado prioritário. A cidade de Camboriú — com rio, natureza e gastronomia próprios — era ignorada. O turista ia para outro destino.
Cada variável captura uma dimensão distinta do apagamento. Juntas, formam o índice que nenhum concorrente consegue calcular.
Mede o Share of Intent perdido — a proporção de buscas locais relevantes para o segmento que não retorna o ativo como resultado prioritário. Calculado via Google Trends, posicionamento no Maps por categoria e análise de queries de intenção local.
Exemplo: ao pesquisar "farmácia de manipulação perto de mim", quantas vezes o seu PDV aparece vs o concorrente?
Mede a completude e qualidade do Business Profile no Google Maps — o cartão de identidade do ativo perante o algoritmo. Avaliado por um checklist de 10 itens: nome, endereço, horário, fotos, vídeos, site, categorias, atributos, Q&A e tour virtual.
Um perfil incompleto sinaliza ao algoritmo que o ativo não merece ser exibido com prioridade.
Mede o volume, frequência e sentimento de reviews — e compara com os concorrentes diretos na mesma região geográfica. O algoritmo do Google usa reviews como sinal forte de relevância e confiabilidade para ranqueamento local.
Não é só a nota. É a frequência de novas avaliações e a qualidade das respostas do estabelecimento.
Mede a diferença de fotos, vídeos, atributos e conteúdo entre o ativo e o concorrente que aparece na frente. É o delta visual e informacional — calculado por um score comparativo padronizado de 0 a 100.
O algoritmo prefere ativos com mais sinais visuais de qualidade. Cada foto estratégica é um voto de confiança para o ranqueamento.
Traduz o apagamento em reais — usando dados setoriais de referência (ABRASCE, JLL, IBGE, Anfarmag) para estimar a receita não capturada pelo fluxo orgânico perdido. É o número que o CEO precisa ver para tomar decisão.
Shopping: impacto no NOI. Varejo: CAC adicional. Hotelaria: RevPAR perdido. Turismo: ISS não gerado.
A INVISUS calcula o IC do seu ativo gratuitamente em 48 horas — com as 5 variáveis detalhadas, classificação na escala e impacto econômico estimado em reais. Você decide com dados. Sem compromisso.